terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

É verdade que ela não é carioca, tão menos moradora de Ipanema, mas a garota quando ela passa meu mundo se enche de graça. Todo dia ela passa, com seus cabelos ao vento, cheirando a shampoo, cheirando a creme. O teu rebolado, tua blusinha colada, sua sintura fina, a encher de graça por onde ela passe. Meu olhar acompanha até aonde ele pode chegar, acredito que ela não saiba quem eu sou, e tão menos, que espero ela passar todos os dias. Deve saber que tem muitos admiradores, que admira tua graça, teu rebolado, teu gingado. Mas a verdade que ela é minha alegria na manha, que é por ela, que ainda vivo, por ela amo as mulheres no seu mais completo sentido. Talvez quando ela passar amanha, lhe direi: morena não me deixe de queixo caído todas às vezes que você passe.

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